sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Veterano Incógnito

Lendo "post" recente em blogue amigo, constatei da diferença entre um "Veterano Conhecido" (ele) e um "Veterano Incógnito" (eu).
Depois de um jantar de amigos na passada semana, fomos fazer a digestão visitando alguns bares da zona de Alcantara. Chegados às docas, com o "Havanna" como destino, fomos aliciados por um palhaço em cima de umas antas a entrar no "Hawai" que, diga-se de passagem, até aparentava melhor ambiente. O problema foi que, 3 metros depois, estava o "portas" a barrar o caminho aos Incógnitos (Veteranos ou não) que não deixassem uma notinha de 20 euros. E a putalhada (conhecida, obviamente) a passar.
"Havanna, cá vou eu!".
E esteve-se muito bem.

Pensamentos de um trabalhador dedicado

Eu até que não me importo de vir trabalhar todos os dias: o que me custa é ter que esperar oito horas para voltar para casa.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Outra vez "A minha terra"

Prometi, a propósito de "post" de blogger amigo, dar resposta adequada à sua provocação quando comparou a Apelação - a MINHA TERRA - com a Quinta da Bela Vista.
Admitindo que alguma comparação pudesse ser feita, os seus termos teriam que ser, logo à partida, alterados:
- guardadas as devidas distâncias, poder-se-ía comparar a Apelação com Setúbal, ou;
- poderíamos comparar a Quinta da Bela Vista (bairro de Setúbal) com a Quinta da Fonte (bairro da freguesia de Apelação).
Tive em tempos (em meados de 2007, creio) a oportunidade de escrever neste espaço um "post" que se intitulava, precisamente, "A MINHA TERRA". E nele revelava as preocupações de quem cresceu numa terra que já não era a mesma em que os seus filhos estavam agora a crescer, fruto de erros cometidos por uma administração que, em nome de uma política de realojamentos consciente, mais não fez que retirar gente problemática de zonas em que a sua exposição era negativa para a imagem que se pretendia transmitir, criando "guetos" de gente desenraízada, autênticos barris de pólvora que a qualquer momento poderiam explodir. Escrevi-o na altura, lamentando a qualidade de vida que se havia perdido na MINHA TERRA com a construção da Quinta da Fonte, muito tempo antes do tão mediático "verão quente de 2008" que deu a conhecer ao país a existência daquele bairro. Até aí, ninguém conhecia a Apelação e poucos a Quinta da Fonte...
Não escamoteando o que de negativo a Quinta da Fonte representa (sem a dimensão, até ao momento, de "Covas da Moura" - Benfica, "Marianas" e "Fim do Mundo" - Cascais, etc., etc., etc.), a Apelação vive hoje um estigma resultante de uma escaramuça que alguém filmou e vendeu à Comunicação Social, a qual se encarregou, essa sim, de fazer caso nacional de um simples caso de polícia. Como tantos outros que vemos todos os dias por esse Portugal da TVI.
E não, não é verdade que a Quinta da Fonte "Quase todos os dias apareça à vez na TV com cenas tristes...", porque já não me lembro da última vez em que tal tenha acontecido.
E como em todas as coisas negativas, alguma coisa positiva se consegue no fim aproveitar: no nosso caso, mais policiamento, algumas famílias ciganas "postas a andar daqui", e uma menor sensação - real - de insegurança.
Aliás, se quis ser assaltado, tive que ir pôr o carro esta semana no Campo Grande, frente ao Colégio das Doroteias, de onde me limparam o portátil depois da terem partido o vidro traseiro da viatura. Na Apelação nunca me aconteceu!
A Apelação continua a ser um óptimo sítio para se viver. Mas não deixa de ser verdade que eu não moro na Quinta da Fonte!...

terça-feira, 21 de abril de 2009

Crise Económica

"A situação dos mercados financeiros é tão má que as mulheres estão outra vez a casar por Amor."

terça-feira, 14 de abril de 2009

Farmácias

Eu bem que se me queria parecer que esta "guerra" entre a Associação Nacional de Farmácias e a Ordem dos Médicos à volta dos medicamentos era, tão somente, uma questão de defesa dos interesses dos utentes.
Senão, atente-se no seguinte excerto de notícia hoje publicada no Díário Digital:
"(...) Pelo acordo de concessão, a Farmácia do Hospital de Santa Maria, que estará aberta 24 horas por dia e todos os dias da semana, pagará 600 mil euros de renda anual e entregará como contrapartida 22 por cento da sua facturação.
Apesar destes números, prevê-se que a Farmácia do Hospital de Santa Maria (a terceira do país após as inaugurações das de Coimbra e Leiria) tenha uma facturação anual na ordem dos 19 milhões de euros."

Interesses particulares? Não, que isto das farmácias até é um mau negócio!
Eu estou para ver é as guerras intestinas que esta concessão vai gerar nas farmácias da zona, que irão assim perder avultadas receitas a que estavam habituadas. Mas isso são contas de outro rosário.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Recomendado


A não perder:
Sangria de Espumante Branco
Queijo no forno com azeite e ervas
Pote Atabafado (é uma espécie de cozido de grão no tarro, à alentejana, mas servido num pote de barro coberto por massa de pão)

Açordas 2009

Embora com 15 dias de atraso, aqui está o registo da passagem pelo 3.º Congresso das Açordas, em Portel.

(Mais receitas disponíveis para os interessados).